A história da musicoterapia e a saúde

A história da musicoterapia e a saúde

Já é fato comprovado que a música traz inúmeros benefícios para a saúde, isso além de relaxar e alegrar. Daí nasceu a musicoterapia!

“Por meio da música e da letra de canções, o paciente consegue exteriorizar o que sente, expressar desejos, medos, insegurança e dúvidas”, explica a psicóloga e musicoterapeuta do Serviço de Terapia da Dor e Cuidados Paliativos e Oncologia do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), Cristiane Ferraz.

A maioria dos pacientes reflete a sensação de conforto e bem-estar durante e depois das sessões. Isso ocorre porque – ao chegar ao cérebro – ajuda na liberação de endorfina, o neurotransmissor considerado analgésico natural, que promove a sensação de prazer, regula as emoções e a percepção da dor pelo organismo.

Já o Oncologista americano Mitchell L. Gaynor, diretor de oncologia médica do Strang-Cornell Cancer Prevention Center, filiado ao New York Hospital, demonstra em seu livro “Sons que Curam” estudos que comprovam os efeitos proporcionados pela música, em especial nas pessoas que passaram por problemas graves de saúde. Realizados entre as décadas de 80 e 90, os estudos apontaram que a música é capaz de modificar a fisiologia. As técnicas utilizadas na pesquisa foram as mais diversas, de exposição dos pacientes à música clássica, marchas militares e trilhas sonoras de filmes.

Veja o que a musicoterapia pode fazer por você:

  1. Diminuir a ansiedade e as complicações cardíacas;
  2. Aumentar a disposição física e mental;
  3. Promover o equilíbrio da pressão arterial;
  4. Melhorar a resistência física;
  5. Relaxar em situações de estresse;
  6. Estimular o bom humor;
  7. Deixar a mente serena;
  8. Melhorar a concentração nas atividades intelectuais;
  9. Deixar mais apurada as sensações gustativas, olfativas e visuais;
  10. Aliviar a dor de cabeça.

 

Os princípios Sagrados do Ritmo da melodia e da harmonia

Os sábios das tradições antigas ensinavam que o ritmo tinha o poder para provocar mudanças no organismo físico, a melodia nos estados mental e emocional, e a harmonia, de melhorar o entendimento humano sobre as questões espirituais.

Cânticos, mantras, orações, histórias, músicas e a palavras precisam de ritmo, melodia e harmonia para que haja perfeita união do corpo, da mente e do espírito.

Em quase todas as culturas existe o que chamamos de “A Canção do Absoluto”, ou canto triplo, o mesmo relaciona-se a três planos do princípio sagrado dos sons.

Harmonia: De onde vem o verdadeiro poder espiritual que se manifesta no universo e nos seres humanos. Todas as formas de vida se harmonizam.

Melodia: De onde vem a integração do divino com a matéria, é a nossa própria integração com outras formas de vida.

Ritmo: De onde vem todos os movimentos do universo.

História:

Acredita-se que a música seja a mais antiga forma de obter a cura, e os povos primitivos, como os gregos, chineses, indianos, tibetanos, egípcios, índios norte-americanos, maias e astecas incluíam-na como parte de suas doutrinas.

Na região próxima a Kahun, no Egito, foi descoberto um papiro de aproximadamente 4500 anos, que revelava a aplicação de um sistema de sons e de músicas instrumentais ou vocais, para o tratamento de problemas emocionais e espirituais, inclusive para algumas doenças físicas.

Os gregos antigos desenvolveram um sistema bem organizado, baseado na influência de certos sons, ritmos e melodias sobre o psiquismo do ser humano.

Esse poder do som era denominado de “ETHOS” e se dividia em quatro tipos baseados nas quatro formas de temperamento humano. São eles:

  • Etho Frígio: que excita, gera coragem e furor;
  • Etho eólio: que gera sentimentos profundos e amor;
  • Etho Lídio: que produz sentimentos de contrição, de arrependimento, de arrependimento, de compaixão e de tristeza.
  • Etho dórico: Que gera estados mais profundos de recolhimento e de concentração.

Os médicos da Antiga Índia talvez tenham sido os maiores conhecedores das técnicas musicais curativas.

A Medicina “ayurvédica” dispõe até hoje de sons instrumentais, de cânticos e de mantras, capazes de ativar centros de força psíquica do homem (Chakras), promovendo a recuperação do organismo mesmo no caso de graves disfunções.

Ainda na Índia, existe o velho habito de se pendurar sinos nas vacas como objetivo de afugentar os maus espíritos causadores de doenças.

Os japoneses mantêm o hábito milenar de pendurar nas portas e janelas, sinos ou flautas eólicas, para purificar as vibrações dos ambientes, criando-se uma atmosfera de paz, de calma, propícia à concentração e meditação.

Os Chakras e a música

A própria mãe natureza nos fornece sons, como: o canto pássaros, o ruído da chuva, do vento através das árvores, o som das ondas quebrando na praia, a outros que nos ajudam no relaxamento, na meditação, na eliminação da fadiga e outros males da atualidade.

Bibliografia:

  • O Autoconhecimento através da música; Peter Michael Hamel; Cultrix.
  • Biomúsica; Fernando Salazar Bañol; Ícone;
  • Brincando de música; Anna Mª Gonçalvez Weigel; Kuarup;
  • Corpo Música e Terapia; Carlos Daniel Fregtman; Cultrix
  • As Energias Curativas da Música; Hal A. Lingerman; Cultrix
  • Holomúsica; Carlos Daniel Fregtman; Cultrix
  • O mundo encantado da música; Nilsa Zimmermann; Ed. Paulinas.
  • Música e Psique;j. Sterwart; Cultrix
  • Música e Simbolismo; Roger J.V. Cotte, Cultrix
  • Música Transpessoal; Carlos D. Fregtman; Cultrix
  • Musicoterapia; Andrew Watson & Nevil Drury; Ground
  • Nada Brahma – A música e o universo da consciência; Joachim- Ernst Berendt; Cultrix
  • Para entender a música; Gino Stefani; Globo
  • O poder oculto da música; David tame, Cultrix
  • O tao da música; Carlos Daniel Fregtman; Pensamento

 

ÊXITO CONSULTORIA METAFISICA
Dr. Marcelo Bedin
9723-1117

One Comments

  1. Reply Post By Higor Arruda

    Muito bom esse artigo sobre musicoterapia. Me ajudou bastante no trabalho que estava fazendo do meu técnico. Estão de parabéns

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